2- Burocracia e administração descentralizada
O Jardim de Infância da 308 Sul é uma escola pequena, mas a estrutura administrativa é bem articulada. Tanto a diretora, Maria Valderez Moraes, como a vice, Andréia dos Santos Gomes, têm autonomia para assinar documentos e tomar decisões que dizem respeito ao planejamento escolar. "Nós duas temos responsabilidade sobre as ações em andamento", afirma Maria Valderez, que se ocupa mais do contato com a Secretaria de Educação, a Diretoria de Ensino e a comunidade, da atuação junto ao conselho e da elaboração e atualização do projeto político-pedagógico (PPP). Ambas puderam convidar outros profissionais para participar da equipe. Usaram critérios técnicos para escolher a supervisora administrativa, Gabriela de Oliveira Melo, que zela pelas instalações do prédio e cuida das finanças, e a chefe da secretaria da escola, Raquel Lucas da Silva, que responde pela organização dos documentos, pelas matrículas e pelo controle de transferências e faltas.
Do pedagógico, aliás, Valderez também não cuida sozinha. Faz parte da equipe gestora a supervisora pedagógica Elisvânia Amaro da Silva, que responde pela formação continuada dos docentes, monitora a implantação das diretrizes curriculares e acompanha o trabalho dos coordenadores pedagógicos - na rede, eles são escolhidos pelos professores para atuar diretamente na sala de aula como eventuais ou auxiliares.
Observe neste modelo
- As questões burocráticas e administrativas foram delegadas a dois profissionais que têm autonomia para resolvê-las, sem que se exima o diretor de orientar o trabalho e supervisionar as ações.
Cuidados a serem tomados
Acredito que cada profissional deve se esforçar e fazer tua função sem ser preciso alguem esta fiscalizando o profissional da unidade. O diretor é o gestor, agora fazer tudo na escola, sobrecarregando apenas a sua função é injusto.
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